História da Psicologia da Educação
Questões a responder sobre este tema:
- Para mim, os melhores momentos das apresentações dos diferentes grupos foram...
- Sobre as implicações para a prática, em síntese, retirei o seguinte que penso que poderei utilizar enquanto professor...

Para mim, os melhores momentos das apresentações dos diferentes grupos foram...
No geral, penso que todos os grupos cumpriram com a tarefa proposta pelo professor, apresentando a época que lhes tinha sido atribuída de forma a que ficassemos a perceber os feitos de diversos autores característicos daquela época. Porém, nem todos conseguiram, na minha opinião, apresentar de forma clara e explicita os conteúdos do trabalho, que passo a explicar mais à frente.
Então, relativamente à apresentação do primeiro grupo, que realizaram uma síntese de toda a história da psicologia da educação, na minha opinião, foram bastante criativos, utilizando holofotes e vestindo-se a rigor para cada época que apresentaram, todos os elementos do grupo participaram e penso que houve uma preparação antes do dia da apresentação. Contudo, ao quererem utilizar tanto material, nomedamente, uma apresentação em vídeo que estava a passar no ecrã enquanto os elementos do grupo iam falando em diferentes zonas do auditório, penso que fez com que os alunos que estavam a assistir não conseguissem estar completamente atentos ao que estavam a dizer, pois estava a ocorrer muita informação ao mesmo tempo e também foi muito extensiva a apresentação.
O segundo grupo apresentou a época A. C. (Antes de Cristo) e abordaram os seguintes autores: Confúcio, Sócrates, Platão e Aristóteles. Também apresentaram o período primitivo que penso que enriqueceu mais o trabalho. Todavia, penso que não tomaram a iniciativa de procurar outros autores, pois estes que apresentaram foram os que o professor tinha sugerido. De resto, a apresentação foi em powerpoint, o que apesar de não ser tão dinâmica e diferente penso que é uma boa forma para quem está a assistir conseguir tirar alguns apontamentos e se concentrar mais na informação, desde que esta não seja demasiado extensiva.
O terceiro grupo abordou o Século XIX, também optaram por uma apresentação em powerpoint e penso que explicaram de forma clara e objetiva o contributo de cada autor. Os autores escolhidos foram: Sêneca, Quintiliano, Tomás de Aquino, Carlos Magno, Michel Montaigne, Martinho Lutero, Jean-Jacques Rousseau e Pestalozzi. Contudo, penso que alguns slides continham muita informação e o fundo dos slides também era um pouco escuro e isso tornou-se um pouco maçador.
O quarto grupo, para mim, foi o melhor em termos de apresentação porque realizaram um género de congresso com os diferentes autores que queriam apresentar, utilizando máscaras com a cara de cada autor e alguns elementos do grupo até falavam na língua de origem dos autores. Os autores apresentados foram Eduard Clépored, Benjamin Bloom, Maria Montessori, Carl Rogers, Lev Vygosky e Jean Piaget. Foi uma apresentação bastante alusiva, dinâmica, original e penso que explicaram bem os contributos e os feitos que cada autor teve naquela época. O único aspeto negativo que tenho a apontar é que nestas apresentações acaba-se por perder um pouco a informação porque estamos um pouco mais atentos ao que os elementos do grupo estão a fazer, como por exemplo, quem estava a fazer de Jean Piaget, para além de falar em francês também estava a fazer de conta que estava a fumar e a beber um copo de vinho e, isso, pelo menos a mim, distraiu-me um pouco e não consegui prestar atenção a toda a informação que ele estava a dizer.
O último grupo foi o que abordou Portugal que não tenho muito a acrescentar pois a apresentação também foi em powerpoint. Tenho só a dizer que foi boa e que não foi muito extensa. Os autores que apresentaram foram: João de Barros, Irene Lisboa, Sílvio lima, Agostinho da Silva, João dos Santos, Sérgio Niza, Daniel Sampaio, José Pacheco, António Nóvoa e Luísa Cortesão.
Sobre as implicações para a prática, em síntese, retirei o seguinte que penso que poderei utilizar enquanto professor...
Em síntese, do primeiro grupo consegui perceber que não podemos ver a criança como um adulto em miniatura e, sim, perceber que são crianças e que têm direito à sua infância e não impor-lhes responsabilidades que são dadas aos adultos. Assim, nós professores de educação física, temos as tratar como tal, entendo as suas angústias, o que gostam mais de fazer, e utilizar essas informações para a nossa metodologia de ensino sem nunca esquecer o que tem que ser abordado e apreendido durante as aulas.
A questão central do período primitivo é a sobrevivência e, por essa razão, nesta époco os primatas preocupavam-se com o conhecimento (saber), com as capacidades e habilidades técnicas que tinham (fazer), também com os valores e com o reconhecimento da sua posição na sociedade. Estes ensinamentos são bons para que nós professores consigamos fazer com que os nossos alunos se tornem indivíduos que demonstrem que têm conhecimento, que saibam fazer e que apresentem valores e atitudes perante a sociedade, para que sejam respeitados e para que assumam um papel importante na sociedade. E isto também está relacionado com a época A. C. em que podemos ver uma relação entre a educação moral, intelectual e física.
Relativamente à ao século XIX o que retirei foi que os alunos devem aprender por imitação, que aprendemos melhor se ensinarmos, sermos heterogéneos no que diz respeito às nossas metodologias, ou seja, saber adaptar o ensino a cada aluno e criar estratégias para que estes obtenham sucesso escolar. O aluno também deve realizar uma autoaprendizagem, sendo construtor da sua própria aprendizagem. Fazer com que o aluno tome consciência dos seus erros e reflita sobre as suas ações.
No século XX podemos verificar que os professores e a comunidade escolar tem que se adaptar ao desenvolvimento da educação, em que a criança só aprende se assimilar o conhecimento dado a conhecer. Promover o desenvolvimento do raciocínio e descoberta por coisas novas.
Quanto ao perído de Portugal não tenho mais a acrescentar pois as ideias correspondem um pouco ao que já foi dito anteriormente. Tenho só de referênciar que não sabia que existiam tantos autores em Portugal interessados com esta temática e fico feliz por constatar que também temos bons autores da psicologia da educação.